2017 O ANO DO MOBILE MARKETING

11/01/2017

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Em 2016, foram vistos alguns cases com uso de internet das coisas e realidade aumentada, mas nada que gerasse tanto impacto no consumo brasileiro, talvez por conta do cenário econômico de incertezas e o baixo incentivo dos órgãos governamentais nessas novas tecnologias. Mesmo assim, o mobile se consolidou e desafiou as empresas a repensarem suas atuações em um mundo com número crescente de novas interfaces de conexão a web. Neste anos, no entanto, as marcas estão mais amadurecidas em torno de estratégias para esse canal.

Por estarem mais tempos conectados, os brasileiros estão mais exigentes em relação ao diálogo com as marcas. A agilidade no retorno ao consumidor é algo que já vem sendo trabalhado e deve ganhar mais destaque neste ano com o uso de chatbots. “Apesar de ser um tema já conhecido de quem atua no comércio eletrônico, esse recurso será mais utilizado efetivamente como canal de comunicação. Essa interação automatizada que mimetiza uma conversa ajuda a poupar tempo e investimento em equipe”, conta André Micelli, coordenador do MBA em Marketing Digital da FGV.

E é por meio do celular também que as pessoas estão buscando se informar mais sobre um produto. As redes sociais tornaram-se grandes vitrines de experiências que promoveram influenciadores digitais ao status de garotos-propaganda da vida real. A utilização deles nas ações continuará a ser vista, até porque o resultado vem agradando as marcas. A diferença para este ano está em aproveitar os múltiplos recursos das plataformas e a integração com as novas tecnologias. É inegável a força que os smartphones e tablets trazem ao mercado.

A TV, por exemplo, já vem se tornando um meio de acesso para canais de Youtube e buscas na internet. A tendência é o aparelho se adaptar às redes sociais e gerar interação por meio dela.

A integração do mobile com todas as novas tecnologias surge a partir do momento em que os wearables chegam com maior força ao Brasil e mudarão toda a maneira de se pensar Marketing. O digital incidirá sobre a ferramenta que tende a diminuir a diferença entre o on-line e o real. Os jovens da geração Z buscam cada vez mais conteúdo de entretenimento e informação que possuam linguagem leve e trivial.

As marcas precisam se atentar a trabalhar no digital pensando como consumidor e o que gostaria de ver. O Facebook Live e os anúncios verticais de vídeo são sinais de que o novo formato agrada. Neste sentido, as marcas devem trabalhar as suas capacidades desse recurso e preparar-se para um ano em que os brasileiros estarão cada vez mais atentos e exigentes aos conteúdos publicados, segundo André.

É bom ficar esperto!

Fonte: Mundo do Marketing



Tags: Tecnologia

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