QUANDO A PUBLICIDADE DETONA A CORRUPÇÃO

24/05/2017

A FCB Brasil criou para O Estadão, no começo de maio, uma plataforma digital “De Real para Realidade” tenta trazer para os leitores do portal a noção de quanto custa a corrupção no Brasil.

Lá, é possível calcular como os valores desviados poderiam ter sido aplicados em bens e serviços públicos.

Confira:

 

A Grey Brasil criou para o site Reclame Aqui um plug in especial, baseado na seguinte pergunta: “Será que o brasileiro elegeria tantos corruptos se tivesse informações facilitadas sobre o histórico de podres de cada uma destas figuras?”

O dispositivo para Google Chrome destaca em roxo os nomes de políticos que estão respondendo a processos na justiça, sejam eles indiciados, investigados, réus ou condenados.

Foi com uma peça simples, clara e objetiva, criada pela Cheil ucraniana, que a Transparência Internacional – organização não-governamental que tem como principal objetivo a luta contra a corrupção – evidencia que “A Corrupção precisa ser exposta”.

 

A Escala criou uma campanha para a fundação Banco de Livros, para não deixar dúvidas sobre o que a corrupção tem a ver com o problema da educação. (clique aqui para ver).

 

Para onde vão os recursos desviados das obras através da corrupção? Criada pela Ogilvy & Mather do Japão, a peça abaixo, evidencia bem essa questão.

 

Quantas vezes você já ouviu a expressão “sujar as mãos com a corrupção”? A agência Gogelmogel, da Lituânia, criou um “sabonete de dinheiro” para ajudar a debater a questão.

 

“Não aceito corrupção” foi o impactante filme que compõe a campanha do Movimento Ministério Público Democrático (MPD), criado pela Flag.

 

Para quem acha que rir é sempre o melhor remédio, a campanha abaixo, criada pelo Ragazzo, ironiza o período de “Lava-Jato” e suas delações premiadas.

Fonte: AdNews



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