COMO ESCOLHER O PROCESSO DE IMPRESSÃO IDEAL

09/10/2017

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Lembrar do Offset, quando se pensa em impressões profissionais, é muito comum e muitas vezes, isso acaba interferindo na escolha do processo.

Offset não é o único processo de impressão disponível no mercado, e prestar atenção nisso na hora de decidir imprimir um projeto, pode fazer toda diferença.

Para a escolha do método de reprodução deve-se levar em consideração alguns parâmetros que envolvem não apenas a qualidade do impresso, mas também prazo, custo e operacionalização do processo.

Alguns critérios precisam ser levados em consideração:

  • Vantagens e deficiências do processo;
  • A quantidade impressa (ou tiragem);
  • O custo;
  • O tipo de suporte;
  • A disponibilidade de fornecedores;
  • A sua familiaridade com o processo;
  • A usabilidade.

Vantagens e desvantagens do processo

É preciso avaliar a adequação do processo de impressão escolhido ao tipo de projeto. Se o trabalho precisa ser colorido, se possui fotos ou se deve ser impresso em um papel específico, alguns métodos de impressão são automaticamente descartados.

A quantidade impressa (tiragem)

Quando um projeto gráfico precisa ser impresso em um número reduzido (100 ou 200 unid.), alguns processos digitais ou eletrográficos podem ser mais interessantes. Outros processos oferecem diversas vantagens se forem rodados em quantidades maiores (5.000 ou 10.000 unid.).

Custo

O custo, geralmente, está diretamente ligado à tiragem. Alguns processos como o Offset ou Flexografia oferecem menor preço para grandes quantidades, diferente dos processos digitais ou a toner, principalmente por causa do método de confecção das matrizes de impressão.

Alguns processos apresentam alto custo fixo, que só compensa com uma tiragem grande, de forma que o valor fica diluído pelo custo unitário de cada exemplar, apresentando assim uma boa relação custo/benefício.

Quando a tiragem é baixa, o custo aumenta absurdamente, justamente por causa do custo fixo. Tudo isso devido ao preço pago para confeccionar as matrizes, que é o mesmo, independente da quantidade.

Suporte

Nem todos processos e impressões permitem usar todo tipo de suporte. Se você quiser rodar o seu projeto, por exemplo, em papel, papelão, plástico, metal? Isso deve ser avaliado primordialmente.

Disponibilidade de fornecedores

Não adianta escolher um processo de impressão se não há fornecedores que o viabilizem. Certifique-se de que há bons prestadores de serviços próximos que podem atender a sua demanda.

Familiaridade com o processo

Entender o processo de impressão que será usado, é fundamental para o sucesso. Se você não conhece as etapas do processo de produção e não possui um profissional à disposição para acompanhar todas as etapas necessárias, talvez seja melhor não arriscar.

Geralmente, quem escolhe o processo de impressão é o diretor de arte, produtor gráfico ou designer, antes mesmo de começar a projetar a peça. A escolha, influencia diretamente em como o material será criado nos programas de computador.

Usabilidade

Levar em consideração as condições adversas na qual a peça, produto ou material impresso serão submetidos é importante antes da escolha do processo. Por exemplo, usar um adesivo recortado, em um determinado local ao alcance das pessoas pode facilitar para que a peça seja arrancada, tornando-se elemento facilitador para a degradação do produto.

Muitas vezes, embora possa ter produção mais rápida, custo mais baixo e aparência mais moderna, ter de refazer um material várias vezes por que ele não durou o suficiente pode acabar custando mais caro.

Relação Custo x Benefício

A a relação Custo x Benefício é um dos princípios mais básico de qualquer investimento. O custo pode ser considerado alto se comparado ao benefício que possa trazer e vice-versa. É preciso colocar na balança: um custo alto mas que traga benefícios suficientes, ou um custo baixo que tenha a devida justificativa e só depois, partir para a escolha do processo de impressão.

Muitas vezes, investir alto em processos de impressão de qualidade podem trazer grandes benefícios no curto e médio prazos, com lucros que tornam o investimento aceitável.

Um exemplo disso, são os processos digitais, que possuem característica de alto custo em cada unidade impressa em relação aos processos tradicionais, mas são bem mais rápidos e dispensam fotolitos ou matrizes físicas. O custo alto compensa se o processo for usado em pequenas tiragens.

Outro exemplo, é a necessidade de valorizar um impresso, mas sem aumentar os custos. A opção de impressão mais usada hoje em dia é a colorida (policromia) sobre papel couchê, que tem custo mais alto. Mas e se usarmos um processo de impressão em duas cores, e escolher um papel com uma textura ou cor diferentes? A relação Custo X Benefício pode ser semelhante, mas o custo estará mais baixo.

Fundamental mesmo é que se compreenda a diversidade de processos de impressão disponíveis no mercado e como eles podem ser adequados a cada caso. Encontrar muitos recursos, suportes e acabamentos disponíveis, e a combinação entre eles pode trazer excelentes resultados por custos relativamente baixos.

Desfrute das outras maneiras de impressão ao invés de simplesmente optar por Offset na hora de rodar UM material.

Fonte: Clube Design



Tags: Dicas

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