NA HORA DE CONTRATAR, O QUE FAZER: FICAR TENTANDO OU INVESTIR EM TREINAMENTO?

17/11/2017

Daniel Paiva gerencia uma empresa que presta serviço na área de segurança e medicina do trabalho e está encontrando uma enorme dificuldade em recrutamento, não pela falta de interessados e sim pela qualidade deles. Ele conta que procura sempre orientar, conversar, explicar as regras, o  que é bastante tranquilo, mas sempre identifica falta de responsabilidade, falta postura no trabalho e falta de motivação, mesmo  deixando claro que a empresa tem uma postura de apostar naqueles que se dedicam.

Na empresa de Daniel, pode-se crescer, mas lógico, depende do funcionário. Enquanto isso, ele segue na saga de demitir e contratar até encontrar a pessoa certa. Mas também se pergunta se deve ou não tentar treinar alguém, mesmo vendo que faltam características imprescindíveis como por exemplo, o ‘trato com as pessoas’ .

Analisando friamente, é mais fácil para o gestor optar pela rotatividade do que pela manutenção de quem não se compromete ou não entrega resultados.

Alguns gestores focam o desenvolvimento das pessoas até não conseguir mais. Outros vão mais além e preferem dedicar tempo em quem realmente se mostra receptivo e aberto.

Existem técnicas de recrutamento que podem ajudar na identificação de alguns pré-requisitos mínimos, mas preste atenção: na dúvida, não contrate! Não cresça até ter a certeza de que encontrou a pessoa certa para compor seu time.

Para fazer seu negócio se desenvolver e crescer, é fundamental ter gente qualificada e comprometida.

Tenha em mente: seu primeiro trabalho deve ser encontrar estas pessoas para aí então, só depois desenvolver o negócio.

Não é uma tarefa fácil, afinal você precisa preencher os postos de trabalho que estão vagos, mas contratar quem não tem o perfil mínimo desejado só para preencher uma vaga é dar um tiro no pé.

Lembre sempre que não é apenas no período de experiência que a gente forma um profissional. O período de experiência dá apenas um norte sobre o comportamento do mesmo. Mas para formar mesmo uma pessoa para que entregue resultados no médio prazo, o tempo mínimo é de um ou dois anos.

Após recrutar, dedique um tempo regular e com periodicidade definida para desenvolver estas pessoas, tipo “toda segunda-feira de manhã”.

Fonte: Diego Maia (empreendedor serial, palestrante renomado e presidente do Grupo CDPV, multi-plataforma de serviços empresariais)



Tags: Dicas

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